Carro ou moto?

Bom pessoal, essa semana um dos integrantes do nosso adorado Moto Grupo Zeppelin, do qual sou presidente, trocou sua moto por um carro.

Então levantamos as seguintes questões: carro ou moto, qual o melhor? qual o mais apaixonante? quais as vantagens de cada um?

Vamos então às respostas:

Carro ou moto? Qual o melhor?

Bom, partimos do princípio de que adoro os dois, tanto carro quanto moto. Possuo uma CBX 250 Twister, que era meu sonho de consumo quando guri, e como moro com meus pais (mesmo com 23 anos na cara) sempre que preciso pego o Pálio do meu pai.

Até aí não havia parado para anilizar a situação.

então vou responder essa pergunta no final, revendo as respostas das seguintes.

Qual o mais apaixonante?

Nada como subir na moto, pegar a estrada e sentir o vento batendo em seu rosto, junto com mosquitos, chuva, e até abelhas (sim, já fui picado no braço por uma abelha no meio de uma viagem). Sentir que a adrenalina de ter controle sobre sua vida, ser livre e se sentir um deus sobre duas rodas.

Nada como sentar em um carro ouvindo uma música boa, no conforto de um banco levemente reclinado, sem ter que se preocupar com os mosquitos chuvas e abelhas batendo em você, mas também sem sentir a o vento…

Quais as vatagens de cada um?

Em termos de economia, falando-se de carros e motos populares, a moto com certeza é muito mais econômica em todos os sentidos, tanto manutenção quanto autonomia.

Já em conforto,  o carro possui bancos confortáveis (na maioria das vezes) temperatura ajustável, não pegamos chuva, e principalmente temos mais  segurança.

Em praticidade a moto vence se não for necessário o transporte de volumes, sendo fácil de manobrar de ultrapassar, e sendo bastante econômica. Mas em se tratando de carregar algo, no carro temos a praticidade de um porta-malas, porta-luvas, bancos e espaço para 4 passageiros.

Na moto, não podemos ouvir música, e conversar com o carona em viagens é impossível (lembre-se que falo de veículos populares, e não estou me atendo a acessórios como mp3-mp99, celulares, inter-comm, etc.)

E voltando à primeira questão…

Não posso dizer que um é melhor que o outro. Ambos possuem suas qualidades. Vai de cada um analisar suas necessidades diárias e optar pelo que melhor se encaixa na sua rotina e orçamento.

______________

Comentem pessoal, os comentários me dão forças e orgulho, isso me faz trazer posts melhores a cada dia.

Obrigado a todos que tem visitado o Só Motos.

As motos mais caras do mundo

Temos aqui a lista das 3 motos mais caras do mundo.

A terceira colocada: começamos pela

MV Agusta F4 1100 CC

mv_agusta_f4_1100_cc

A mais barata apresentada aqui, essa MV Agusta alcança 315 km/h de velocidade máxima com seu potente motor com 1100 cilindradas. Custa a bagatela de $135,000 dólares.

A segunda colocada: temos então a

MTT Turbine Superbike

mtt_turbine_superbike

A segunda é a MTT Turbine Superbike. Com meros $185,000 dólares você pode ter a oportunidade de andar por aí com um exemplar dessa beleza. Ela vem com um motor turbo desenvolvido pela Rolls-Royce, originalmente para equipar helicópteros, que alcança humildes 300 cavalos, levando a moto a mais de 360 km/h.
Segundo o Guiness Book, a MTT Turbine Superbike é a moto mais potente produzida em serie do mundo.

E então a primeira colocada: a estranha

Dodge Tomahawk

dodgetom

Finalmente, a mais cara e mais exclusiva moto já produzida, foram apenas 10 exemplares vendidos a $ 550.000 dólares cada uma. Como brinde por uma moto que custa mais de R$ 1.000.000,00 (Um milhão de reais) você ganha a possibilidade de espalhar por aí que você dirige a mais rápida moto do mundo. A velocidade desta moto pode superar os 675 km/h. Infelizmente, ela não pode ser pilotada nas ruas.

Enfim, não é o valor que faz a beleza. Eu com certeza ficaria com a primeira, uma bela moto.

Publicado em 1, Outras. 3 Comentários »

Honda Japonesa DN-01

Tecnologia amiga vinda do Japão Lançada pela primeira vez, ainda como protótipo, no salão de Tóquio em 2005, a nova DN-01 da Honda, que este ano passou a ser modelo de série da montadora nipônica, é o que podemos chamar de uma verdadeira moto futurista.

Tecnologia amiga vinda do Japão

Não apenas por seu desenho nada ortodoxo, mas também, e principalmente, pelo fato de sua mecânica inovadora estar um tanto quanto à frente do seu tempo. Isso porque o modelo ganhou destaque na mídia especializada graças à sua exclusiva transmissão automática HFT (Human Friendly Transmission – Transmissão Humanamente Amigável).

Fruto de anos de estudos e desenvolvimento, o mecanismo é completamente diferente de qualquer outro visto hoje no mercado mundial, principalmente das transmissões continuamente variáveis com uma correia em “V” utilizado nos scooters. Seu principal diferencial em relação aos sistemas convencionais está no modo como o câmbio trabalha. Pelo fato do HFT ser totalmente hidráulico, sem correias ou variador, como acontece com a maioria dos scooters, a embreagem hidráulica automática “altera” as relações de transmissão de forma continuamente variável (sem trancos, como nos câmbios CVT).

O sistema básico está numa bomba de óleo dentro da caixa de câmbio que converte a potência produzida pelo motor em pressão hidráulica. Essa, por sua vez, atua diretamente em um conjunto formado por pequenas engrenagens e êmbolos que posteriormente darão a pressão necessária para gerar a força motriz transmitida à roda da moto. Na teoria o sistema pode parecer complexo, mas na prática trabalha de forma simples e oferece inúmeras vantagens para o condutor.

Como destaque está o fato do piloto poder selecionar, por meio de um pequeno botão no guidão, dois modos de funcionamento da transmissão automática: o modo “D” para a condução normal e o modo “S” para uma condução mais esportiva, com uma aceleração mais nervosa. Surpreso? Pois saiba que existe ainda um terceiro modo de transmissão, feito por uma caixa manual com comando elétrico. Pelo mesmo botão de seleção do modo automático, o piloto pode optar por trocar as marchas manualmente. São seis velocidades disponíveis que, segundo a Honda, dão a sensação de se estar realmente mudando de marcha.

Outro ponto interessante é a possibilidade de se aplicar o “ponto morto”. Nesta condição, o sistema de transmissão hidráulico fica completamente desligado, permitindo que o motor seja acelerado com a moto parada sem o acionamento dos freios. Segundo a Honda, o HFT foi igualmente concebido para passar a esta posição sempre que o motor se desligar, o que facilita as manobras em baixa velocidade. Equipada com um motor bicilíndrico em V a 52º e 680cc com potência de 55 cv a 7.500 rpm, a DN-01 promete inaugurar uma nova era no mercado mundial de duas rodas.

No futuro existe a possibilidade do HFT estar presente em outros modelos da marca, como a touring Gold Wing. De certo mesmo é que toda essa tecnologia seguirá disponível, por enquanto, apenas na DN-01.

Em breve retorno

Bom pessoal, peço desculpas pela falta de atualizações do blog, mas estou meio sem tempo ultimamente, trabalhando 10 horas e meia por dia, e de noite faculdade.

Tá meio difícil, mas vou prosseguir assim que possível, espero fazer isso nessa semana mesmo.

Obrigado pela compreensão!

até logo

História da Yamaha

 

O INÍCIO

A Yamaha Motor Corporation Ltd., que inicialmente fazia parte da Nippon Gakki Corporation, foi fundada por Genichi Kawakami em 1955.

Genichi Kawakami sucedeu seu pai aos 38 anos, como o quarto presidente da Nippon Gakki em 1950. Ele possuia uma ambição ardente em seu jovem coração. “É responsabilidade de um líder corporativo melhorar a performance da companhia e quando houver possibilidades financeiras, promover pesquisas dos próximos produtos que levarão ao desenvolvimento de novos negócios”. 

Com este ideal em mente ele começou, em novembro de 1953, a desenvolver um novo produto que poderia utilizar o equipamento de fabricação de hélices.

Dez meses depois o protótipo do primeiro modelo de motocicleta estava terminando. A produção começou em janeiro de 1955 e as vendas no Japão iniciaram em fevereiro. Então, em 1º de Julho a divisão de motocicletas da Nippon Gakki foi expandida para estabelecer a Motor Co. Ltd.

motorfotoinstiucionaltemp
Genichi Kawakami, fundador da Yamaha Motor Co.
Perspicácia, motivação e forte liderança levando a companhia para a área de produtos náuticos, tais como, barcos e motores de popa e então para veículos aquáticos, automóveis e uma leva de outros negócios que formariam a base corporativa da Yamaha Motor.

Tudo começou com a motocicleta de 125 cc YA-1, conhecida popularmente como “Akatombo” ou ‘libélula vermelha”. Foi a primeira motocicleta da companhia, símbolo da qualidade, do desenvolvimento e da originalidade que desde então identificam a marca Yamaha.  

ya1
A “libélula” YA-1, que deu início à história da Yamaha
Naqueles primeiros dias com um mercado em ascensão, a Yamaha Motor teve a idéia de participar de corridas como a melhor estratégia para mostrar claramente a superioridade do produto e alargar o reconhecimento da marca Yamaha.

Dez dias após a fundação em 1º de julho de 1955, a equipe Yamaha venceu a 3ª Corrida de Subida do Monte Fuji e varreu os primeiros lugares nas competições que se sucederam até o ano seguinte no Japão, quando passou a participar e destacar-se também em competições internacionais

Tomando por base a sua experiência na produção de motocicletas, a Yamaha começou em 1960 a fabricar motores de popa e não demorou para investir em novos setores como motores para automóveis, snowmobiles, motores para múltiplos usos, geradores, bombas de água, karts de corrida, carros de golfe, equipamento para remoção de neve, motores diesel e veículos off-road. A partir de então ampliou a sua área de ação, até destacar-se como fabricante de vasta gama de produtos, desde artigos esportivos e de lazer até equipamentos industriais.  

A MARCA YAMAHA

O nome da marca Yamaha usada pela Yamaha Motor originou-se no nome de Torakusu Yamaha, o fundador de sua companhia matriz, Nippon Gakki (atual Yamaha Corporation). Torakusu Yamaha nasceu em 1851 – o terceiro filho de um astrônomo que serviu ao clã Kishu Tokugawa - numa era em que o Japão presenciava enormes reformas à medida que se transformava de um país feudal numa sociedade moderna.

Aos 35 anos, consertava órgãos avariados numa escola primária em Hamamatsu quando lhe veio a  idéia de construir ele mesmo os órgãos. Superou grandes dificuldades e teve sucesso na produção do primeiro órgão feito no Japão em 1887. A Yamaha Reed Organ Manufacturing Company foi montada em 1888. Ele fundou a companhia Nippon Gakki e foi o seu primeiro presidente em 1897.  

O emblema da Yamaha Motor, um arranjo de três diapasões usados para afinar instrumentos musicais, foi definido pela Nippon Gakki em 1898 e tem sido usado pela Yamaha Motor desde a sua fundação.

Os três diapasões no emblema original incorporavam a idéia de “três braços de produção, marketing e tecnologia ousadamente ascendendo para o mundo.” 

logo_yamaha
O emblema Yamaha: um arranjo de três diapasões
Hoje a Yamaha Motor acrescenta sua própria definição  ao emblema, de “clientes, sociedade e indivíduos”. O que representa os três elementos da nossa filosofia corporativa - a criação de valor que sobrepõe as expectativas do cliente, a realização das nossas responsabilidades sociais e a concretização de um ambiente corporativo no qual cada indivíduo pode se orgulhar de seu próprio trabalho.Desta forma, o nome Yamaha e o emblema do diapasão têm representado por mais de um século, desde o tempo de Torakusu Yamaha, a continuação de um espírito de entusiasmo empresarial e de fabricante.

( fonte: Site da Yamaha: www.yamaha.com.br)

História da Honda

Bom pessoal, estou abrindo uma série no blog, contando um pouco da história de cada marca de motos que nós conhecemos, espero que gostem e comentem!

__________________________________________________________

 
 
 
 
 
foto1 Início do século, 40 anos depois do Japão se abrir à tecnologia estrangeira, Soichiro Honda, ainda menino, já gostava do cheiro de óleo diesel que impregnava o ar ao redor da fornalha das máquinas de beneficiamento de arroz. Era o seu primeiro contato com as engrenagens. Quando o primeiro Ford chegou à sua aldeia, o carro permaneceu na rua principal de Hamamatsu por pouco tempo, mas o suficiente para deixar uma pequena poça de óleo na rua de terra. Mesmo assim, Soichiro nunca se esqueceu dele.
Com 8 anos, já havia construído sua primeira bicicleta – ainda rudimentar. Aos 13, já tinha saído de suas mãos uma bicicleta de primeira. Todas as tardes, ao chegar da escola, sentia-se um pequeno criador do mundo, ao lado de suas primeiras invenções. O primeiro negócio deSoichiro Honda foi uma sucursal do Ateliê Técnico Art Shokai onde havia trabalhado anteriormente. Para ter sucesso, aceitou mesmo os trabalhos mais complexos, que resolvia sempre rapidamente, nem que para isso precisasse trabalhar a noite toda.
Em junho de 1945, suas fábricas foram destruídas por ataques aéreos. Mas isso não o desestimulou. Após um período de meditações sobre o futuro, ele funda a Honda Technical Research Institute, o ponto de partida para a futura produção de engenhos mecânicos. Seu primeiro projeto foi um motor simples e leve, que qualquer um poderia comprar e fixar à sua bicicleta. Daí à produção do seu próprio motor modelo “A” Honda foi um passo. Em novembro de 1946 começava a produção, com clientes batendo à sua porta pela grande necessidade de se locomover. foto2
A partir de setembro de 1948 surgia a Honda Motor Co. Ltda., e em agosto de 1949 era fabricado o primeiro protótipo de motoneta da Honda, o modelo Dream D. de 98 cc. No mesmo ano em que Takeo Fujisawa, seu inseparável companheiro, iniciava um importante papel no desenvolvimento da empresa. Ao cuidar da área comercial e financeira, liberava o fundador para o desenvolvimento mecânico e tecnológico. Daí em diante, Honda alcançou um enorme reconhecimento no mercado japonês graças à qualidade de seus veículos, assim como à sua constante busca por maior desenvolvimento tecnológico.
foto3 Com a consagração em seu país, Honda agora cobiçava a conquista do Tourist Trophy da ilha de Mann, no Reino Unido, a corrida de motocicletas de maior prestígio internacional. Em 1961, suas motos alcançaram os cinco primeiros lugares na categoria 125cc e bateram todos os recordes na categoria 250cc. Assim as motos Honda começaram a receber sua consagração aos olhos do mundo. Em 1963, a Honda lançou o carro esporte S 500 e o caminhão leve T 360. Foi a entrada vitoriosa da companhia na fabricação de veículos de quatro rodas.

(fonte: site da honda: www.honda.com.br)

Viajando de moto sozinho

A estrada fica para trás, mas ainda há muito mais a frente

Semelhante ao mergulho, deve-se evitar a viagem solo, ou seja, uma só moto. O mínimo recomendado são dois motociclistas. No caso de uma pane, existe alguém para buscar socorro enquanto a moto não fica sozinha. Mas se for inevitável, seguem alguns conselhos que podem ajudar na sua viagem.

Comunicação:

Sempre que possível, leve um telefone celular e os números de locais e pessoas que você possa precisar, como por exemplo: o Hotel que você está indo, seu mecânico, etc…
Lembre-se que alguns celulares tem cobertura limitada, como é o caso de celulares de cartão.

Check-up:

Desnecessário lembrar que a moto deve estar em condições para a viagem. Por menor que seja a distância, você vai estar longe de casa e isto aumenta muito um pequeno problema.

Dentre os itens normais de manutenção preventiva, dê especial atenção:
· Condições e calibragem dos pneus.
· Nível do óleo. Verifique se a distância não excederá a hora da próxima troca.
· Nível do fluido de refrigeração (quando aplicável).
· Pastilhas de freio
· Fixação dos retrovisores (indispensável o uso)

Programação:

Com o auxílio de um mapa, programe as paradas de acordo com a autonomia de sua moto e seus limites. Para motociclistas com menos experiência, aconselhamos uma parada a cada 100 km aproximadamente. Para viagens longas e motociclistas em boas condições físicas, os primeiros 100 ou 200 km não mostram o cansaço, mas acreditem, as paradas iniciais farão muita falta no final.

Para programar as paradas pode-se contar com a ajuda de mapas rodoviários que mostram postos de abastecimento e paradas.

Na Internet pode-se obter ótimos mapas no site www.estradas.com.br. ou então através dos guias especializados adquiridos nas bancas de jornais e revistas.

Posicionamento na estrada:

Estradas de mão dupla:

Ocupe a sua faixa posicionando-se no espaço relativo a um carro, evitando assim a tentativa de um veículo de quatro rodas em se posicionar a seu lado.

Só ultrapasse com segurança e quando houver espaço para você voltar para sua pista. Certos motoristas não gostam de dar espaço para motos e você acaba ficando “preso” entre as duas pistas e em situação de muito perigo.

Estradas de mão única, duas pistas:

Da mesma maneira que acima, posicione-se ocupando o espaço relativo a um carro. Trafegue normalmente pela faixa da direita usando a faixa da esquerda somente para ultrapassagens. Nas mudanças de faixa use o retrovisor mas dê uma rápida olhada antes, dependendo da posição, seu retrovisor pode esconder um carro pequeno.

Atenção especial para incidência de óleo na pista da direita (pista dos caminhões).

Estradas de mão única, três pistas ou mais:

Idem a duas pistas, mas dependendo do movimento da rodovia, pode-se trafegar pela pista do meio, evitando assim o óleo da pista da direita. Porém redobrar a atenção com os retrovisores em relação aos carros que se aproximam, não é incomum automóveis te ultrapassando pela direita.
Velocidade:

SEMPRE respeite os limites de velocidade das estradas, em caso de chuva, reduzir os limites para velocidades em que você se sinta seguro pilotando. Nas curvas, inclinar a moto bem menos que o habitual e cuidado com o óleo.

Se seus pneus não estão em condições (sulcos com no mínimo 1,6 mm), não viaje na chuva, PARE e espere.

Temos dicas específicas para chuva e viagens a noite.

Roupas:

USE SEMPRE CAPACETE. Se sua moto não é uma Cruiser com bolha (parabrisa), que proteja seu rosto, use sempre capacete integral ou com viseira. Uma pedra levantada por um carro ou por seu próprio pneu dianteiro a 100 km/h, pode machucá-lo e derrubá-lo com o susto, isto sem falar dos insetos.

Apesar do calor não abra mão do casaco de couro, calças jeans ou couro e botas. As luvas são importantes para proteção e evita que depois de um dia inteiro de viagem no sol você descubra que ganhou um par de mãos vermelhas na extremidade de braços brancos.

O casaco de couro não protege do frio, em caso de frio intenso, usar uma roupa quente por baixo. Na emergência, jornal por dentro da jaqueta, luvas e botas faz milagres.

A noite procure usar algo colorido por cima do casaco, adesivos reflexivos no capacete também ajudam. Lembre-se você tem que ser visto de longe.

Toques:

Se uma moto ou carro, normalmente com dois ocupantes chega rápido em você e não te ultrapassa, procure o primeiro posto policial ou parada, pode ser uma tentativa de assalto.

Em caso de pane e sem garupa, não deixe a moto na estrada. Procure parar um caminhão ou pick-up e transporte a moto até lugar seguro. No transporte sem cordas para amarrar, coloque a moto transversalmente, se possível, arme o descanso lateral, posicione-se no lado oposto ao descanso e peça ao motorista para ir devagar.

Se a garupa for mulher, é mais seguro ela ir procurar socorro de preferência em um carro de família e você ficar com a moto.

Nova Honda Fury


A linha de motos custom da Honda sempre nos remetem a lembrar das pacatas e “caretas” VTX e Shadow.

Dessa vez a empresa decidiu radicalizar tanto no visual como na apresentação. A montadora decidiu “avisar” a imprensa que iria lançar uma nova motocicleta através de vídeos “teasers” na internet e com a data oficial de lançamento. Lançada no dia 16 de janeiro durante o Salão de Motos de Nova Iorque, nos EUA, a Fury causou admiração na imprensa. É uma moto com design invejável.



Estilo chopper, a novidade da Honda esbanja modernidade e agressividade, algo nunca visto em sua linha de motos custom. Como a própria Honda diz sobre a moto: é o lado selvagem da marca. Realmente, há quem olhe para a Fury e ache que a moto foi feita por um personalizador, tamanha a exclusividade do seu design. Longa e baixa – o banco está a apenas 67 centímetros do solo –, a novidade da Honda exibe a parte traseira estilo “rabo duro”. Na dianteira, destaca-se um longo garfo dianteiro, guidão plano e diversos cromados. O motorzão em V de 1312 cm³ – derivado de outra custom da marca, a VTX 1300 – também salta aos olhos, assim como as duas belas ponteiras de escape. Nenhum dado de potência ou desempenho foi divulgado. A distância entre-eixos também impressiona: 1800 mm é a maior distância entre eixos da montadora.

Modernidade também é vista na lanterna traseira, iluminada por leds. Os pneus geram certo contraste, pois a roda traseira recebe um pneu 200/18; já na dianteira o pneu é um 90/90 aro 21. As belas rodas de liga leve complementam o visual agressivo da Fury. Trata-se de uma moto de “encher os olhos”.


Esqueça qualquer vínculo da Fury com uma chopper qualquer ou com uma custom apta a realizar grandes viagens. Seu tanque com pouco mais de 12 litros não proporciona uma boa autonomia e o grande ângulo de cáster (38º) não encorajam uma longa aventura a bordo dessa chopper. É uma moto para passeio, viagens curtas e se destacar no meio da multidão, apesar dos 300 quilos de peso devidamente abastecida.
A Honda disponibiliza acessórios, como encosto para garupa, pára-brisa e bancos personalizados para piloto e garupa.
A Fury, inicialmente, está disponível somente no mercado americano. Na terra do Tio Sam ela deverá encarar concorrentes de peso como a Harley-Davidson Rocker e a Yamaha Raider, embora ambas tenham motores maiores que a novidade da Honda.

Dez coisas que todo motorista deveria saber sobre as motos

A Motorcycle Safety Foundation, fundação norte-americana para a segurança das motocicletas, existe desde 1973 com o objetivo de tornar as ruas e estradas dos Estados Unidos mais seguras para as motocicletas. Mantida pelos principais fabricantes do setor de duas rodas, a fundação, conhecida pela sigla MSF, oferece cursos para motociclistas e instrutores de moto escolas, além de promover campanhas para o público em geral. Como o mês de maio antecede o verão no hemisfério norte, quando os motociclistas tiram suas motocicletas da garagem, a MSF o elegeu “o mês de cuidado com as motos”.

Porém, diferentemente de nossos governantes que preferem proibir a educar, a fundação elaborou um guia para alertar os motoristas de que as motos estariam de volta às estradas. “É fato que os motoristas de carro e outros veículos são os culpados da maioria dos acidentes que envolvem motocicletas e outros automóveis”, afirmou Tim Buche, presidente da Motorcycle Safety Foundantion. “Justamente por isso decidimos criar essa campanha mirando os motoristas. Temos informações que podem salvar sua vida esteja você atrás de um guidão ou de um volante”, completou Buche.

Tanto que, a MSF criou o site www.forcardrivers.com (para motoristas de carro) com dicas de segurança, vídeos e outros recursos para ensinar os motoristas como interagir e respeitar as motos no trânsito.

Além do vasto material disponível – em inglês – a MSF elaborou diretrizes para os motoristas. São 10 coisas que todo motorista de carro, ônibus e caminhão deveria saber sobre as motocicletas. Claro que o trânsito nos Estados Unidos é bem diferente da nossa realidade, porém algumas dicas são universais. Não se trata de determinar quem está certo ou errado. Pelo contrário. O objetivo é um só: evitar acidentes. Leia e pense a respeito.

1 – Dados indicam que mais da metade dos acidentes fatais com motos envolvem outro veículo. Na maioria das vezes, o motorista e não o motociclista está errado. Há infinitamente mais carros, picapes e caminhões do que motocicletas nas ruas. Alguns motoristas simplesmente não reconhecem a motocicleta – eles a ignoram (geralmente, sem querer)

2 – Devido a sua menor dimensão a motocicleta pode facilmente ficar escondida nos “pontos cegos” dos carros, como a coluna da porta e do teto. Ou pode ainda ser confundida com objetos ou ficar disfarçada em fundos como árvores, cercas etc. Portanto, preste bastante atenção e olhe duas vezes antes de trocar de faixa ou entrar em um cruzamento.

3 – Uma motocicleta pode parecer que está mais longe do que realmente está. Também pode ser difícil determinar a velocidade de uma moto. Quando for virar ou entrar em uma pista, considere que a moto está mais perto do que parece.

4 – Muitas vezes os motociclistas diminuem a velocidade simplesmente reduzindo as marchas ou tirando a mão do acelerador, portanto não acionam o freio e a luz de freio não se acende. Mantenha distância segura da moto a sua frente. Em cruzamentos, considere que motociclistas podem reduzir a velocidade a fim de evitar acidentes.

5 – Motociclistas frequentemente ocupam uma posição na faixa de rolagem para serem vistos mais facilmente ou para evitar sujeira da pista. Entenda que os motociclistas ocupam espaço na faixa com um propósito, não para serem folgados ou para se exibirem. Se a moto estiver no canto não divida a faixa de rolagem.

6 – Luzes indicadoras de direção, as setas, não se desligam automaticamente nas motos, portanto alguns pilotos (principalmente iniciantes) algumas vezes se esquecem de desligar as setas depois de uma curva ou de uma mudança de faixa. Antes de se antecipar, tenha certeza que a seta da moto indica a direção que ela vai seguir.

7 – Maneabilidade é uma das melhores características das motos, principalmente em baixa velocidade e em vias bem pavimentadas, mas não espere que a moto seja sempre capaz de desviar do seu caminho ou sair da sua frente.

8 – A distância de frenagem de uma moto é praticamente a mesma de um carro, porém pisos escorregadios tornam a frenagem complicada em motos. Mantenha distância segura atrás de uma moto porque nem sempre o motociclista pode parar de uma vez.

9 – Quando uma moto está em movimento, veja além da motocicleta – veja a pessoa que está por baixo do capacete, pois pode ser seu amigo, seu vizinho ou até um parente seu.

10 – Se um carro colide em uma moto, bicicleta ou pedestre pode causar sérios danos e até a morte. O motorista que causou o acidente provavelmente nunca se perdoará por isso.

Publicado em 1. 6 Comentários »

Yamaha XVS 950 Midnight Star

Desempenho “full-size” com peso leve, design limpo e simples inspirado nos carros esportivos da década de trinta, porém com tecnologia de última geração.
Impulsionado por um motor de projeto atual de 942 cc, OHC, V-2, refrigerado a ar de alto torque, acomodado em um chassi de excelente ciclística, a nova XVS 950 Midnight Star apresenta um excitante e refrescante estilo esporte clássico.

 yamahaxvs950midnightstazr4

 

Esta nova máquina sem igual e original é indicada aos motociclistas que desejam uma genuína custom limitada a 1.000 cc, mas leve e forte aliado a um alto desempenho com estilo longo e baixo que não intimida os motociclistas menos experientes. A XVS 950 Midnight Star cria um novo capítulo com seu estilo moderno e genuíno para os motociclistas de todas as idades.

Embora o modelo se beneficie do uso da avançada tecnologia Yamaha, foi tomado grande cuidado para assegurar que essa nova motocicleta mantivesse a simplicidade e designe essencial de uma big custom clássica.  

Por exemplo, os engenheiros da Yamaha passaram muito tempo desenvolvendo um sistema de exaustão que acentuasse as baixas freqüências atenuando as de alta no seu exclusivo escapamento dois-em-um, assim como no desenvolvimento de um sistema de admissão que não só aumentasse o desempenho, mas também emitisse um som pulsante na admissão a baixa e alta velocidades.

 

Novo propulsor alimentado por injeção eletrônica

 O compacto motor V-2 a 60 graus, oito válvulas, OHC de 942 cc, refrigerado a ar desenvolve 53,6 cv a 6.000 RPM e é totalmente novo. Nele também foi considerado para seu desenvolvimento o desempenho, força e designe. Para um ótimo rendimento a baixas e médias rotações. O propulsor trabalha quase “quadrado” com curso e diâmetro de 85.0 mm x 83.0 mm, que quando combinado a câmara de combustão e as oito válvulas nos cabeçotes conferem se torna uma autentica usina de força; forte aceleração e potência extra, em pouquíssimo tempo.

O câmbio de cinco velocidades foi projetado especificamente para acentuar as características do novo propulsor. Tem cinco velocidades e privilegia as baixas e médias rotações, já a quinta marcha foi projetada para proporcionar uma relaxante e confortável velocidade de cruzeiro.

Para melhor desempenho em todos os regimes com o mínimo de emissões, as câmaras de combustão contam com dois bicos injetores de quatro furos cada. Esses bicos pulverizam o spray diretamente sobre a superfície das válvulas com eficiente atomização do combustível para uma rápida e melhor queima. O corpo da borboleta tem 35 mm de diâmetro.

Vários sensores são responsáveis por transmitir dados sobre a temperatura do ar, pressão atmosférica e pressão do ar admitido, temperatura do motor, velocidade, posição da borboleta e níveis de oxigênio na saída dos escapes, que são processados na ECU e então ajustados o sistema de injeção de combustível. 

TANQUE DA YAMAHA XVS

Conforto e segurança

Comparada a outras motocicletas de sua categoria, a XVS 950 Midnight Star passa uma experiência de condução muito mais leve e mais esportiva.

A baixa altura do assento confere elevado nível de conforto e facilidade em montar na motocicleta. Esse assento é estreito na parte dianteira a fim combinar com a seção traseira do tanque de combustível ficando mais fácil para motociclistas apoiarem os pés no chão, quando parado ou nos congestionamento.

Usando técnicas de 3D CAD, os engenheiros da Yamaha criaram um tanque de combustível clássico em forma de lagrima, amplo e de desenho limpo, com capacidade de 17 litros. Visto de lado, tem um perfil baixo – mesmo com a bomba de combustível interna, passando um visual de velocidade e, em sua produção é empregada tecnologia exclusiva.

Como os modelos XVS/XV de maior cilindrada disponíveis no exterior, a XVS 950 Midnight Star é equipada com um sistema de transmissão secundária durável e eficiente. Uma correia dentada de 28.6 mm de largura reforçada com kvlar e fibra de carbono, uma maneira extremamente eficaz de transmitir os elevados níveis de torque produzidos pelo V-2, ideal para o longo curso da suspensão traseira, com propriedades absorventes a impacto e resistente à corrosão.

A suspensão dianteira da marca Kayaba leva tubos internos de 41 mm de diâmetro e 135 mm de curso, enquanto na traseira traz um sistema de Monocross com 110 mm de curso e ajuste da pré-carga da mola, projetada para oferecer um curso inicial macio, que se torna progressivamente mais firme enquanto a suspensão é comprimida. O conjunto de suspensões foi desenvolvido para proporcionar elevados níveis de conforto para o piloto e a garupa.

O painel de instrumentos é um show a parte, acomodando em um único instrumento de grande diâmetro, sobre o tanque de combustível em estilo clássico, todas as informações necessárias. Velocímetro análogo, seis luzes espia e uma janela da exposição multifuncional do LCD com; um hodômetro, dois trip, fuel trip e relógio operado por um interruptor no punho direito.

O modelo XVS 950 Midnight Star será comercializado a partir da quarta semana de maio de 2009 em toda Rede Autorizada Yamaha nas cores vermelha com aplicação de gráficos no tanque de combustível e pára-lama traseiro ao preço público sugerido, posto Manaus, de R$ 34.900,00, enquanto a versão na cor preta fica em R$ 34.600,00.