Carro ou moto?

Bom pessoal, essa semana um dos integrantes do nosso adorado Moto Grupo Zeppelin, do qual sou presidente, trocou sua moto por um carro.

Então levantamos as seguintes questões: carro ou moto, qual o melhor? qual o mais apaixonante? quais as vantagens de cada um?

Vamos então às respostas:

Carro ou moto? Qual o melhor?

Bom, partimos do princípio de que adoro os dois, tanto carro quanto moto. Possuo uma CBX 250 Twister, que era meu sonho de consumo quando guri, e como moro com meus pais (mesmo com 23 anos na cara) sempre que preciso pego o Pálio do meu pai.

Até aí não havia parado para anilizar a situação.

então vou responder essa pergunta no final, revendo as respostas das seguintes.

Qual o mais apaixonante?

Nada como subir na moto, pegar a estrada e sentir o vento batendo em seu rosto, junto com mosquitos, chuva, e até abelhas (sim, já fui picado no braço por uma abelha no meio de uma viagem). Sentir que a adrenalina de ter controle sobre sua vida, ser livre e se sentir um deus sobre duas rodas.

Nada como sentar em um carro ouvindo uma música boa, no conforto de um banco levemente reclinado, sem ter que se preocupar com os mosquitos chuvas e abelhas batendo em você, mas também sem sentir a o vento…

Quais as vatagens de cada um?

Em termos de economia, falando-se de carros e motos populares, a moto com certeza é muito mais econômica em todos os sentidos, tanto manutenção quanto autonomia.

Já em conforto,  o carro possui bancos confortáveis (na maioria das vezes) temperatura ajustável, não pegamos chuva, e principalmente temos mais  segurança.

Em praticidade a moto vence se não for necessário o transporte de volumes, sendo fácil de manobrar de ultrapassar, e sendo bastante econômica. Mas em se tratando de carregar algo, no carro temos a praticidade de um porta-malas, porta-luvas, bancos e espaço para 4 passageiros.

Na moto, não podemos ouvir música, e conversar com o carona em viagens é impossível (lembre-se que falo de veículos populares, e não estou me atendo a acessórios como mp3-mp99, celulares, inter-comm, etc.)

E voltando à primeira questão…

Não posso dizer que um é melhor que o outro. Ambos possuem suas qualidades. Vai de cada um analisar suas necessidades diárias e optar pelo que melhor se encaixa na sua rotina e orçamento.

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Comentem pessoal, os comentários me dão forças e orgulho, isso me faz trazer posts melhores a cada dia.

Obrigado a todos que tem visitado o Só Motos.

Publicado em Off Topic, Outras. 1 Comment »

As motos mais caras do mundo

Temos aqui a lista das 3 motos mais caras do mundo.

A terceira colocada: começamos pela

MV Agusta F4 1100 CC

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A mais barata apresentada aqui, essa MV Agusta alcança 315 km/h de velocidade máxima com seu potente motor com 1100 cilindradas. Custa a bagatela de $135,000 dólares.

A segunda colocada: temos então a

MTT Turbine Superbike

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A segunda é a MTT Turbine Superbike. Com meros $185,000 dólares você pode ter a oportunidade de andar por aí com um exemplar dessa beleza. Ela vem com um motor turbo desenvolvido pela Rolls-Royce, originalmente para equipar helicópteros, que alcança humildes 300 cavalos, levando a moto a mais de 360 km/h.
Segundo o Guiness Book, a MTT Turbine Superbike é a moto mais potente produzida em serie do mundo.

E então a primeira colocada: a estranha

Dodge Tomahawk

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Finalmente, a mais cara e mais exclusiva moto já produzida, foram apenas 10 exemplares vendidos a $ 550.000 dólares cada uma. Como brinde por uma moto que custa mais de R$ 1.000.000,00 (Um milhão de reais) você ganha a possibilidade de espalhar por aí que você dirige a mais rápida moto do mundo. A velocidade desta moto pode superar os 675 km/h. Infelizmente, ela não pode ser pilotada nas ruas.

Enfim, não é o valor que faz a beleza. Eu com certeza ficaria com a primeira, uma bela moto.

Publicado em 1, Outras. 3 Comments »

Honda Japonesa DN-01

Tecnologia amiga vinda do Japão Lançada pela primeira vez, ainda como protótipo, no salão de Tóquio em 2005, a nova DN-01 da Honda, que este ano passou a ser modelo de série da montadora nipônica, é o que podemos chamar de uma verdadeira moto futurista.

Tecnologia amiga vinda do Japão

Não apenas por seu desenho nada ortodoxo, mas também, e principalmente, pelo fato de sua mecânica inovadora estar um tanto quanto à frente do seu tempo. Isso porque o modelo ganhou destaque na mídia especializada graças à sua exclusiva transmissão automática HFT (Human Friendly Transmission – Transmissão Humanamente Amigável).

Fruto de anos de estudos e desenvolvimento, o mecanismo é completamente diferente de qualquer outro visto hoje no mercado mundial, principalmente das transmissões continuamente variáveis com uma correia em “V” utilizado nos scooters. Seu principal diferencial em relação aos sistemas convencionais está no modo como o câmbio trabalha. Pelo fato do HFT ser totalmente hidráulico, sem correias ou variador, como acontece com a maioria dos scooters, a embreagem hidráulica automática “altera” as relações de transmissão de forma continuamente variável (sem trancos, como nos câmbios CVT).

O sistema básico está numa bomba de óleo dentro da caixa de câmbio que converte a potência produzida pelo motor em pressão hidráulica. Essa, por sua vez, atua diretamente em um conjunto formado por pequenas engrenagens e êmbolos que posteriormente darão a pressão necessária para gerar a força motriz transmitida à roda da moto. Na teoria o sistema pode parecer complexo, mas na prática trabalha de forma simples e oferece inúmeras vantagens para o condutor.

Como destaque está o fato do piloto poder selecionar, por meio de um pequeno botão no guidão, dois modos de funcionamento da transmissão automática: o modo “D” para a condução normal e o modo “S” para uma condução mais esportiva, com uma aceleração mais nervosa. Surpreso? Pois saiba que existe ainda um terceiro modo de transmissão, feito por uma caixa manual com comando elétrico. Pelo mesmo botão de seleção do modo automático, o piloto pode optar por trocar as marchas manualmente. São seis velocidades disponíveis que, segundo a Honda, dão a sensação de se estar realmente mudando de marcha.

Outro ponto interessante é a possibilidade de se aplicar o “ponto morto”. Nesta condição, o sistema de transmissão hidráulico fica completamente desligado, permitindo que o motor seja acelerado com a moto parada sem o acionamento dos freios. Segundo a Honda, o HFT foi igualmente concebido para passar a esta posição sempre que o motor se desligar, o que facilita as manobras em baixa velocidade. Equipada com um motor bicilíndrico em V a 52º e 680cc com potência de 55 cv a 7.500 rpm, a DN-01 promete inaugurar uma nova era no mercado mundial de duas rodas.

No futuro existe a possibilidade do HFT estar presente em outros modelos da marca, como a touring Gold Wing. De certo mesmo é que toda essa tecnologia seguirá disponível, por enquanto, apenas na DN-01.

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Em breve retorno

Bom pessoal, peço desculpas pela falta de atualizações do blog, mas estou meio sem tempo ultimamente, trabalhando 10 horas e meia por dia, e de noite faculdade.

Tá meio difícil, mas vou prosseguir assim que possível, espero fazer isso nessa semana mesmo.

Obrigado pela compreensão!

até logo

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História da Yamaha

 

O INÍCIO

A Yamaha Motor Corporation Ltd., que inicialmente fazia parte da Nippon Gakki Corporation, foi fundada por Genichi Kawakami em 1955.

Genichi Kawakami sucedeu seu pai aos 38 anos, como o quarto presidente da Nippon Gakki em 1950. Ele possuia uma ambição ardente em seu jovem coração. “É responsabilidade de um líder corporativo melhorar a performance da companhia e quando houver possibilidades financeiras, promover pesquisas dos próximos produtos que levarão ao desenvolvimento de novos negócios”. 

Com este ideal em mente ele começou, em novembro de 1953, a desenvolver um novo produto que poderia utilizar o equipamento de fabricação de hélices.

Dez meses depois o protótipo do primeiro modelo de motocicleta estava terminando. A produção começou em janeiro de 1955 e as vendas no Japão iniciaram em fevereiro. Então, em 1º de Julho a divisão de motocicletas da Nippon Gakki foi expandida para estabelecer a Motor Co. Ltd.

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Genichi Kawakami, fundador da Yamaha Motor Co.
Perspicácia, motivação e forte liderança levando a companhia para a área de produtos náuticos, tais como, barcos e motores de popa e então para veículos aquáticos, automóveis e uma leva de outros negócios que formariam a base corporativa da Yamaha Motor.

Tudo começou com a motocicleta de 125 cc YA-1, conhecida popularmente como “Akatombo” ou ‘libélula vermelha”. Foi a primeira motocicleta da companhia, símbolo da qualidade, do desenvolvimento e da originalidade que desde então identificam a marca Yamaha.  

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A “libélula” YA-1, que deu início à história da Yamaha
Naqueles primeiros dias com um mercado em ascensão, a Yamaha Motor teve a idéia de participar de corridas como a melhor estratégia para mostrar claramente a superioridade do produto e alargar o reconhecimento da marca Yamaha.

Dez dias após a fundação em 1º de julho de 1955, a equipe Yamaha venceu a 3ª Corrida de Subida do Monte Fuji e varreu os primeiros lugares nas competições que se sucederam até o ano seguinte no Japão, quando passou a participar e destacar-se também em competições internacionais

Tomando por base a sua experiência na produção de motocicletas, a Yamaha começou em 1960 a fabricar motores de popa e não demorou para investir em novos setores como motores para automóveis, snowmobiles, motores para múltiplos usos, geradores, bombas de água, karts de corrida, carros de golfe, equipamento para remoção de neve, motores diesel e veículos off-road. A partir de então ampliou a sua área de ação, até destacar-se como fabricante de vasta gama de produtos, desde artigos esportivos e de lazer até equipamentos industriais.  

A MARCA YAMAHA

O nome da marca Yamaha usada pela Yamaha Motor originou-se no nome de Torakusu Yamaha, o fundador de sua companhia matriz, Nippon Gakki (atual Yamaha Corporation). Torakusu Yamaha nasceu em 1851 – o terceiro filho de um astrônomo que serviu ao clã Kishu Tokugawa – numa era em que o Japão presenciava enormes reformas à medida que se transformava de um país feudal numa sociedade moderna.

Aos 35 anos, consertava órgãos avariados numa escola primária em Hamamatsu quando lhe veio a  idéia de construir ele mesmo os órgãos. Superou grandes dificuldades e teve sucesso na produção do primeiro órgão feito no Japão em 1887. A Yamaha Reed Organ Manufacturing Company foi montada em 1888. Ele fundou a companhia Nippon Gakki e foi o seu primeiro presidente em 1897.  

O emblema da Yamaha Motor, um arranjo de três diapasões usados para afinar instrumentos musicais, foi definido pela Nippon Gakki em 1898 e tem sido usado pela Yamaha Motor desde a sua fundação.

Os três diapasões no emblema original incorporavam a idéia de “três braços de produção, marketing e tecnologia ousadamente ascendendo para o mundo.” 

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O emblema Yamaha: um arranjo de três diapasões
Hoje a Yamaha Motor acrescenta sua própria definição  ao emblema, de “clientes, sociedade e indivíduos”. O que representa os três elementos da nossa filosofia corporativa – a criação de valor que sobrepõe as expectativas do cliente, a realização das nossas responsabilidades sociais e a concretização de um ambiente corporativo no qual cada indivíduo pode se orgulhar de seu próprio trabalho.Desta forma, o nome Yamaha e o emblema do diapasão têm representado por mais de um século, desde o tempo de Torakusu Yamaha, a continuação de um espírito de entusiasmo empresarial e de fabricante.

( fonte: Site da Yamaha: http://www.yamaha.com.br)

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História da Honda

Bom pessoal, estou abrindo uma série no blog, contando um pouco da história de cada marca de motos que nós conhecemos, espero que gostem e comentem!

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foto1 Início do século, 40 anos depois do Japão se abrir à tecnologia estrangeira, Soichiro Honda, ainda menino, já gostava do cheiro de óleo diesel que impregnava o ar ao redor da fornalha das máquinas de beneficiamento de arroz. Era o seu primeiro contato com as engrenagens. Quando o primeiro Ford chegou à sua aldeia, o carro permaneceu na rua principal de Hamamatsu por pouco tempo, mas o suficiente para deixar uma pequena poça de óleo na rua de terra. Mesmo assim, Soichiro nunca se esqueceu dele.
Com 8 anos, já havia construído sua primeira bicicleta – ainda rudimentar. Aos 13, já tinha saído de suas mãos uma bicicleta de primeira. Todas as tardes, ao chegar da escola, sentia-se um pequeno criador do mundo, ao lado de suas primeiras invenções. O primeiro negócio deSoichiro Honda foi uma sucursal do Ateliê Técnico Art Shokai onde havia trabalhado anteriormente. Para ter sucesso, aceitou mesmo os trabalhos mais complexos, que resolvia sempre rapidamente, nem que para isso precisasse trabalhar a noite toda.
Em junho de 1945, suas fábricas foram destruídas por ataques aéreos. Mas isso não o desestimulou. Após um período de meditações sobre o futuro, ele funda a Honda Technical Research Institute, o ponto de partida para a futura produção de engenhos mecânicos. Seu primeiro projeto foi um motor simples e leve, que qualquer um poderia comprar e fixar à sua bicicleta. Daí à produção do seu próprio motor modelo “A” Honda foi um passo. Em novembro de 1946 começava a produção, com clientes batendo à sua porta pela grande necessidade de se locomover. foto2
A partir de setembro de 1948 surgia a Honda Motor Co. Ltda., e em agosto de 1949 era fabricado o primeiro protótipo de motoneta da Honda, o modelo Dream D. de 98 cc. No mesmo ano em que Takeo Fujisawa, seu inseparável companheiro, iniciava um importante papel no desenvolvimento da empresa. Ao cuidar da área comercial e financeira, liberava o fundador para o desenvolvimento mecânico e tecnológico. Daí em diante, Honda alcançou um enorme reconhecimento no mercado japonês graças à qualidade de seus veículos, assim como à sua constante busca por maior desenvolvimento tecnológico.
foto3 Com a consagração em seu país, Honda agora cobiçava a conquista do Tourist Trophy da ilha de Mann, no Reino Unido, a corrida de motocicletas de maior prestígio internacional. Em 1961, suas motos alcançaram os cinco primeiros lugares na categoria 125cc e bateram todos os recordes na categoria 250cc. Assim as motos Honda começaram a receber sua consagração aos olhos do mundo. Em 1963, a Honda lançou o carro esporte S 500 e o caminhão leve T 360. Foi a entrada vitoriosa da companhia na fabricação de veículos de quatro rodas.

(fonte: site da honda: www.honda.com.br)

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Viajando de moto sozinho

A estrada fica para trás, mas ainda há muito mais a frente

Semelhante ao mergulho, deve-se evitar a viagem solo, ou seja, uma só moto. O mínimo recomendado são dois motociclistas. No caso de uma pane, existe alguém para buscar socorro enquanto a moto não fica sozinha. Mas se for inevitável, seguem alguns conselhos que podem ajudar na sua viagem.

Comunicação:

Sempre que possível, leve um telefone celular e os números de locais e pessoas que você possa precisar, como por exemplo: o Hotel que você está indo, seu mecânico, etc…
Lembre-se que alguns celulares tem cobertura limitada, como é o caso de celulares de cartão.

Check-up:

Desnecessário lembrar que a moto deve estar em condições para a viagem. Por menor que seja a distância, você vai estar longe de casa e isto aumenta muito um pequeno problema.

Dentre os itens normais de manutenção preventiva, dê especial atenção:
· Condições e calibragem dos pneus.
· Nível do óleo. Verifique se a distância não excederá a hora da próxima troca.
· Nível do fluido de refrigeração (quando aplicável).
· Pastilhas de freio
· Fixação dos retrovisores (indispensável o uso)

Programação:

Com o auxílio de um mapa, programe as paradas de acordo com a autonomia de sua moto e seus limites. Para motociclistas com menos experiência, aconselhamos uma parada a cada 100 km aproximadamente. Para viagens longas e motociclistas em boas condições físicas, os primeiros 100 ou 200 km não mostram o cansaço, mas acreditem, as paradas iniciais farão muita falta no final.

Para programar as paradas pode-se contar com a ajuda de mapas rodoviários que mostram postos de abastecimento e paradas.

Na Internet pode-se obter ótimos mapas no site www.estradas.com.br. ou então através dos guias especializados adquiridos nas bancas de jornais e revistas.

Posicionamento na estrada:

Estradas de mão dupla:

Ocupe a sua faixa posicionando-se no espaço relativo a um carro, evitando assim a tentativa de um veículo de quatro rodas em se posicionar a seu lado.

Só ultrapasse com segurança e quando houver espaço para você voltar para sua pista. Certos motoristas não gostam de dar espaço para motos e você acaba ficando “preso” entre as duas pistas e em situação de muito perigo.

Estradas de mão única, duas pistas:

Da mesma maneira que acima, posicione-se ocupando o espaço relativo a um carro. Trafegue normalmente pela faixa da direita usando a faixa da esquerda somente para ultrapassagens. Nas mudanças de faixa use o retrovisor mas dê uma rápida olhada antes, dependendo da posição, seu retrovisor pode esconder um carro pequeno.

Atenção especial para incidência de óleo na pista da direita (pista dos caminhões).

Estradas de mão única, três pistas ou mais:

Idem a duas pistas, mas dependendo do movimento da rodovia, pode-se trafegar pela pista do meio, evitando assim o óleo da pista da direita. Porém redobrar a atenção com os retrovisores em relação aos carros que se aproximam, não é incomum automóveis te ultrapassando pela direita.
Velocidade:

SEMPRE respeite os limites de velocidade das estradas, em caso de chuva, reduzir os limites para velocidades em que você se sinta seguro pilotando. Nas curvas, inclinar a moto bem menos que o habitual e cuidado com o óleo.

Se seus pneus não estão em condições (sulcos com no mínimo 1,6 mm), não viaje na chuva, PARE e espere.

Temos dicas específicas para chuva e viagens a noite.

Roupas:

USE SEMPRE CAPACETE. Se sua moto não é uma Cruiser com bolha (parabrisa), que proteja seu rosto, use sempre capacete integral ou com viseira. Uma pedra levantada por um carro ou por seu próprio pneu dianteiro a 100 km/h, pode machucá-lo e derrubá-lo com o susto, isto sem falar dos insetos.

Apesar do calor não abra mão do casaco de couro, calças jeans ou couro e botas. As luvas são importantes para proteção e evita que depois de um dia inteiro de viagem no sol você descubra que ganhou um par de mãos vermelhas na extremidade de braços brancos.

O casaco de couro não protege do frio, em caso de frio intenso, usar uma roupa quente por baixo. Na emergência, jornal por dentro da jaqueta, luvas e botas faz milagres.

A noite procure usar algo colorido por cima do casaco, adesivos reflexivos no capacete também ajudam. Lembre-se você tem que ser visto de longe.

Toques:

Se uma moto ou carro, normalmente com dois ocupantes chega rápido em você e não te ultrapassa, procure o primeiro posto policial ou parada, pode ser uma tentativa de assalto.

Em caso de pane e sem garupa, não deixe a moto na estrada. Procure parar um caminhão ou pick-up e transporte a moto até lugar seguro. No transporte sem cordas para amarrar, coloque a moto transversalmente, se possível, arme o descanso lateral, posicione-se no lado oposto ao descanso e peça ao motorista para ir devagar.

Se a garupa for mulher, é mais seguro ela ir procurar socorro de preferência em um carro de família e você ficar com a moto.

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